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terça-feira, 21 de setembro de 2010

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À derradeira.



Àquele,
riqueza era mister.
Todavia,
com sages rebater...
Importaria o dia?
Importaria de quê?
Se à lança indaga-se
e a branda sanidade lhe esvai:
Vejam a angustiante face!
De mãos trêmulas qualquer moeda cai.
Perde-se a paz
e pede-se mais.
Há de ser ver:
Inda que rei a preito,
esmaltado ser
ou herdeiro mesmo.
Com sages rebater...
Guerreando pelo ouro:
Para ter mais,
não mais perder.
E no fim,
em choro
só então ele vê.
"Quão sem felicidade meu vernáculo
e todo esse tesouro
adiantou de quê?"
Importaria o dia?
Todos hão de morrer.
O apelo?!
Façais valer.

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2 Comments

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caraa muito bom esse poema, li com a voz do pessoal do teatro mágico na cabeça
adorei!

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Seu vocabulários está crescendo. =O
Demorei um pouco a "pegar o ritmo" do poema, mas a conclusão é perfeitamente compreensível.
Parabéns.

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