As contagens regressivas começaram.
Mais um ano se passou.
Ao meu ver; um belo ano, um inconstante ano, um ano esperançoso.
Cheio de novos horizontes e descobertas.
O ano que eu mais precisei.
Há alguns dias (na véspera do natal, para ser exato) eu olhei este ano apenas
por um ângulo - e isso se refletiu no post "comemorações x3".
Realmente, não foi o ano da independência financeira,
da realização de projetos ou da minha "alma gemêa" aparecer -q,
mas este, foi sem dúvida, o ano em que eu mais me encontrei.
Um casúlo; de extrema importância para meu amadurecimento.
O ano de dentro.
Diziam os filósofos que o ócio era a ferramenta essencial
para o homem responder às principais perguntas de sua existência,
Naqueles tempos, naquelas sociedades, uma camada social trabalhava,
com o esforço bruto e a outra, com o esforço intelectual.
Não, não considero essa divisão correta, a considero extremista.
Mas a questão é que em meio a correria dos dias, muito pouco tempo
sobra as pessoas e à elas é mais interessante usar "ócio" para
falar mal da vizinha que (por um motivo que ninguém liga em saber)
abandonou o marido do que pensar em si, em sua familia, em sua sociedade.
O pensamento crítico é um intrumento usado por poucos e
a reflexão é uma manobra esquecida por muitos.
O que somos, de onde viemos, para onde vamos?
Qual o significado de nossa existência neste mundo?
Isso tudo não passa de um grande e engenhoso(?) acaso?
Não existe destino? Não existe sobrenatural? Não existem forças maiores?
Quem sou eu e o que eu quero? O que querem de mim?
O que é importante para mim?
O mundo ainda é cheio de mistérios. É cheio de fantasias...
Mais um ano se passou.
Ao meu ver; um belo ano, um inconstante ano, um ano esperançoso.
Cheio de novos horizontes e descobertas.
O ano que eu mais precisei.
Há alguns dias (na véspera do natal, para ser exato) eu olhei este ano apenas
por um ângulo - e isso se refletiu no post "comemorações x3".
Realmente, não foi o ano da independência financeira,
da realização de projetos ou da minha "alma gemêa" aparecer -q,
mas este, foi sem dúvida, o ano em que eu mais me encontrei.
Um casúlo; de extrema importância para meu amadurecimento.
O ano de dentro.
Diziam os filósofos que o ócio era a ferramenta essencial
para o homem responder às principais perguntas de sua existência,
Naqueles tempos, naquelas sociedades, uma camada social trabalhava,
com o esforço bruto e a outra, com o esforço intelectual.
Não, não considero essa divisão correta, a considero extremista.
Mas a questão é que em meio a correria dos dias, muito pouco tempo
sobra as pessoas e à elas é mais interessante usar "ócio" para
falar mal da vizinha que (por um motivo que ninguém liga em saber)
abandonou o marido do que pensar em si, em sua familia, em sua sociedade.
O pensamento crítico é um intrumento usado por poucos e
a reflexão é uma manobra esquecida por muitos.
O que somos, de onde viemos, para onde vamos?
Qual o significado de nossa existência neste mundo?
Isso tudo não passa de um grande e engenhoso(?) acaso?
Não existe destino? Não existe sobrenatural? Não existem forças maiores?
Quem sou eu e o que eu quero? O que querem de mim?
O que é importante para mim?
O mundo ainda é cheio de mistérios. É cheio de fantasias...













