quinta-feira, 9 de junho de 2022
sábado, 3 de junho de 2017
Deep Water
Eu vivia em uma ilha
E até que me virava bem por ali
Não tinha pressa
Mas no fundo sabia
Em breve chegaria meu dia
Terminaria de juntar madeira e cipó
Construiria minha jangada
E me atiraria ao mar
Minha bússola tinha direção certa
Porém a vida
Misteriosa
Desinibida
Veio me apressar
E quem poderia eu culpar?
O universo flui conforme nosso coração
E admito
O meu pedia urgência
Viver numa ilha às vezes era solitário
Visitas raras
Queria sair logo dali
E compartilhar o que aprendi
Então uma onda gigante
Vinda de um lugar distante
Chegou num relance
E quando passou me arrastou
Achei que estivesse pronto
Mas fui me afogando
Sendo tragado por um oceano
No qual ainda não sabia nadar
Talvez devesse ter me preparado melhor
Talvez devesse ter me agarrado à alguns tesouros que deixei por lá
É
Aceitação
"Talvez" não resolve nada
Tive bastante tempo para pensar
Mergulhado em águas profundas
Senti a areia sob os pés
Como afundei tanto?
Um impulso
De volta à superfície
Respirei fundo
Não há nada como o tempo
Para nos ensinar a nadar
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sábado, 27 de maio de 2017
The Longest Night
Havia lá em cima uma nuvem negra
Onde andava me cercava, se eu parava me pegava
E então choveu enfim
A luz era tão fraca
Perdi a mão que me guiava
E a noite anunciou o fim
Trevas, trevas, trevas
Em que parte me perdi?
Já andava tortuoso
Evitava os confrontos
E até eu cansei de mim
Frio
Vazio
O coração em erupção
Pra ter paz logo a seguir
Foi a noite mais longa que já vivi
Então percebi
Não estava sozinho
Eu ainda estava ali
Claridão
Sol ressurgiu
Paz mental
E não mais vazio
Iluminada a estrada
Posso ver muito bem
O horizonte é tão grande
É possível ir além
E vou de pés descalços dessa vez
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sexta-feira, 29 de agosto de 2014
Livre?
eu iria conhecer em minha vida. Talvez fosse verdade, pensei.
Em nada ela parecia restringir-se pelas regras da sociedade.
Responsabilidades, medos e pudores não a prendiam.
Fazia o que queria e dizia o que pensava.
Me parecia um modo bonito de se viver...
Até que um dia seus desejos levaram-na a fazer umas coisas ilegais e foi presa.
Se descobriu soropositiva, após alguns anos adoeceu e lá na cadeia mesmo,
por fim, ela morreu. Estava só, escrava de sua própria liberdade."
~ extraído de "Apatias Celebradas", meu e-livro de pequenos contos :B
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sábado, 17 de maio de 2014
Começo das Eras - Parte II
Três dias se passaram e corvos que antes
bicavam e comiam a pouca carne restante no esqueleto da mulher, agora
sobrevoavam em círculos no céu sob a cabeça do criador.
Começava a entardecer quando quase metade dos
que haviam ido ao caminho das montanhas voltaram bravos e cansados. Chamaram o criador de
mentiroso, disseram estar com fome e sede, mas não terem encontrado onde saciá-las
e que alguns morreram em meio às armadilhas da natureza, mas não voltaram a
viver.
O criador não estava feliz e nem seus
seguidores.
Eles pediram para que o criador lhes desse de
comer e beber e quando ele se negou,
deram as costas a ele e foram embora. Apenas um dos seus seguidores
ficou, disse que o caminho era muito díficil, em mais de dois dias não haviam
conseguido chegar nem perto da metade e os outros acabaram convencedo-o à
retornar também. O criador falou que as razões para se cometer uma
desobediência não são importantes, que aquilo era um teste do quanto eles
acreditavam nele.
O seguidor pediu perdão ao criador por não
cumprir o pedido e disse que tinha plena fé em seu mestre. Ele disse que se
fossê-lhe dada uma segunda chance, mesmo no estado defasado em que ele estava,
voltaria às montanhas. O criador sorriu e olhou para cima: os corvos que ali
voavam caíram no chão, todos mortos. O criador se levantou e disse ao seu
seguidor que ele não precisaria mais atravessar a montanha e que o honraria
pela coragem de admitir seu erro e a disposição para se redimir.
De repente o seguidor começou a gritar e se
retorcer, caiu de joelhos no chão, olhou para o criador e clamou por piedade. O
criador disse que aquilo era mais que piedade, que era um presente. O homem
ajoelhado gritava desesperadamente enquanto duas grandes asas negras saíam de
dentro dele, rasgando-lhe a pele nas costas. O nome daquele seguidor era
Abadiel e ele foi o primeiro homem com asas.
O sangue parou de escorrer das costas de
Abadiel e suas feridas se curaram miraculosamente, então o criador disse que
seu presente para ele era o dom de voar.
E assim Abadiel fez, abriu as asas, as bateu e
voou pelo céu.
quinta-feira, 1 de maio de 2014
Tudo certo, tudo errado, tudo certo de novo
Fim de semana do feriadão combinamos de ir, eu e uma grande amiga minha, lá pra Floripa. Ela fez reservas pra gente, de sexta à segunda, num hostel legal na Lagoa da Conceição e bem do ladinho da Praia Mole. Iríamos no carro novo dela, dividiríamos os gastos com a gasolina e também teve mais gente que topou.
Tudo certo, mas começou a rolar uma conversa estranha na minha empresa: falaram que só iriam dar o sábado de folga para aqueles que não estivessem devendo horas. Eu estava e não eram poucas. Entrei numa corrida maluca chegando todo dia umas duas horas antes, mas valeu a pena, consegui quitar as horas que eu precisava. Aí que a empresa continuou fazendo mistério e deixou cada vez mais como incerto se trabalharíamos ou não, disseram que era melhor não nos planejarmos muito antecipadamente, pois eles só teriam uma posição concreta na quinta-feira. O problema é que eu já tinha me planejado!
Como esperado pela maioria, na quinta anunciaram que iríamos trabalhar no sábado sim, sob ameaça de perder comissão e levar suspensão para aqueles que já tivessem alguma falta injustificada ou advertência naquele mês. Eu já tinha uma falta, então era uma escolha minha entre não ir sábado e receber praticamente metade do meu salário por causa de todos os descontos ou ir e receber praticamente o dobro por causa da comissão e diversas outras bonificações.
Eu e minha amiga recombinamos algumas coisas: ela ía na sexta, já pagaria minha estadia e faria meu check-in no hostel pra que eu não perdesse os outros dias da reserva e eu pegaria um ônibus logo após sair do trabalho, no sábado à tarde. Problema contornado.
No sábado eu saíria às 14hrs40min do trabalho e pegaria o ônibus para Florianópolis às 15hrs15min, já havia comprado a passagem pela internet. De manhã, antes de sair de casa, para previnir qualquer problema, pedi dinheiro emprestado à minha mãe pra pagar um táxi da empresa até a rodoviária aqui de Curitiba, pois eu não teria tempo para encontrar um caixa eletrônico e fazer um saque.
Fui pra empresa, trabalhei e até fechei algumas negociações, minha supervisora deixou eu sair antes, peguei o táxi, o motorista era simpático e ainda faltavam dez minutos pro meu ônibus quando eu cheguei na rodoviária.
De repente: PLOFT! Tudo errado!
O dinheiro havia sumido do meu bolso, o táxista não aceitava cartão e só faltavam dez minutos pro meu ônibus.
Revirei mala, bolsos, olhei se o dinheiro não estava caído ali no banco, mas não achei nada. Só me acalmei quando lembrei que na rodoviária haviam caixas 24 horas. Estava salvo! Falei para o táxista me esperar, deixei a mala no carro, fui retirar a passagem e depois corri para o caixa eletrônico. Tentei quatro vezes e em caixas diferentes, mas a mensagem era que o meu cartão estava bloqueado e que eu precisava entrar em contato com a minha agência. Raiva e desespero. A última vez que eu havia saído do banco o atendente havia garantido-me que estava todo certo.
Ok, voltei até o táxi, tentei negociar, mas não teve jeito, não teve choro.
Esfriei a cabeça com um balde bem gelado de frustração. Fui até a agência novamente para tentar trocar a passagem e pelo menos isso deu certo, entrei mais uma vez no táxi e disse apenas: para Piraquara. Tive que pagar uma corrida com bandeira dois de uma cidade até outra e em cima disso ainda era cobrado taxa de retorno. Aliás, minha mãe pagou. E como o meu cartão estava bloqueado eu ainda tive que emprestar dela o dinheiro que eu fosse usar nos dias que ficasse lá. Foda, tenso, complicado...
A viagem teria que valer muito a pena pra balancear com toda a dor de cabeça.
Mas não é que valeu?!
Foi só descer do ônibus que três dias delíciosos começaram. Conheci uma cidade linda, toda enfeitadinha com mosaicos, que tem paisagens fantásticas para se ver de dia e de noite. Relaxei, li um pouco do meu livro atual, deitei na rede, na praia, na grama, senti a natureza. Fiz e participei várias loucuras: desde uma jornada épica cheia de falhas de comunicação até correr riscos de expulsão do hostel por cometer umas infrações. Conheci uma galera sensacional! Ensinamos um gringo e um brasileiro a jogar truco, ficamos bêbados na praia, eu e Juliana demos um mergulho noturno no mar, jogamos várias partidas de uno, descobri que meu gaydar perde pro da Lia, e por falar em Lia, foi ela quem fez tudo acontecer e eu não poderia desejar melhor companhia, mesmo que ela não estivesse nos mais maravilhosos dos seus dias (rs). Na volta para Curitiba um amigo se juntou a nós e ainda ganhamos alguns milhões jogando show do milhão.
Tudo certo, tudo errado, tudo certo de novo.
Driblar os obstáculos depende da gente. Com certeza eu poderia ter feito algumas coisas diferentes para amenizar os prejuízos e frustrações, mas isso é uma questão para se aplicar em uma próxima viagem.
Nova meta cumprida: conheci Floripa!
Tudo certo, mas começou a rolar uma conversa estranha na minha empresa: falaram que só iriam dar o sábado de folga para aqueles que não estivessem devendo horas. Eu estava e não eram poucas. Entrei numa corrida maluca chegando todo dia umas duas horas antes, mas valeu a pena, consegui quitar as horas que eu precisava. Aí que a empresa continuou fazendo mistério e deixou cada vez mais como incerto se trabalharíamos ou não, disseram que era melhor não nos planejarmos muito antecipadamente, pois eles só teriam uma posição concreta na quinta-feira. O problema é que eu já tinha me planejado!
Como esperado pela maioria, na quinta anunciaram que iríamos trabalhar no sábado sim, sob ameaça de perder comissão e levar suspensão para aqueles que já tivessem alguma falta injustificada ou advertência naquele mês. Eu já tinha uma falta, então era uma escolha minha entre não ir sábado e receber praticamente metade do meu salário por causa de todos os descontos ou ir e receber praticamente o dobro por causa da comissão e diversas outras bonificações.
Eu e minha amiga recombinamos algumas coisas: ela ía na sexta, já pagaria minha estadia e faria meu check-in no hostel pra que eu não perdesse os outros dias da reserva e eu pegaria um ônibus logo após sair do trabalho, no sábado à tarde. Problema contornado.
No sábado eu saíria às 14hrs40min do trabalho e pegaria o ônibus para Florianópolis às 15hrs15min, já havia comprado a passagem pela internet. De manhã, antes de sair de casa, para previnir qualquer problema, pedi dinheiro emprestado à minha mãe pra pagar um táxi da empresa até a rodoviária aqui de Curitiba, pois eu não teria tempo para encontrar um caixa eletrônico e fazer um saque.
Fui pra empresa, trabalhei e até fechei algumas negociações, minha supervisora deixou eu sair antes, peguei o táxi, o motorista era simpático e ainda faltavam dez minutos pro meu ônibus quando eu cheguei na rodoviária.
De repente: PLOFT! Tudo errado!
O dinheiro havia sumido do meu bolso, o táxista não aceitava cartão e só faltavam dez minutos pro meu ônibus.
Revirei mala, bolsos, olhei se o dinheiro não estava caído ali no banco, mas não achei nada. Só me acalmei quando lembrei que na rodoviária haviam caixas 24 horas. Estava salvo! Falei para o táxista me esperar, deixei a mala no carro, fui retirar a passagem e depois corri para o caixa eletrônico. Tentei quatro vezes e em caixas diferentes, mas a mensagem era que o meu cartão estava bloqueado e que eu precisava entrar em contato com a minha agência. Raiva e desespero. A última vez que eu havia saído do banco o atendente havia garantido-me que estava todo certo.
Ok, voltei até o táxi, tentei negociar, mas não teve jeito, não teve choro.
Esfriei a cabeça com um balde bem gelado de frustração. Fui até a agência novamente para tentar trocar a passagem e pelo menos isso deu certo, entrei mais uma vez no táxi e disse apenas: para Piraquara. Tive que pagar uma corrida com bandeira dois de uma cidade até outra e em cima disso ainda era cobrado taxa de retorno. Aliás, minha mãe pagou. E como o meu cartão estava bloqueado eu ainda tive que emprestar dela o dinheiro que eu fosse usar nos dias que ficasse lá. Foda, tenso, complicado...
A viagem teria que valer muito a pena pra balancear com toda a dor de cabeça.
Mas não é que valeu?!
Foi só descer do ônibus que três dias delíciosos começaram. Conheci uma cidade linda, toda enfeitadinha com mosaicos, que tem paisagens fantásticas para se ver de dia e de noite. Relaxei, li um pouco do meu livro atual, deitei na rede, na praia, na grama, senti a natureza. Fiz e participei várias loucuras: desde uma jornada épica cheia de falhas de comunicação até correr riscos de expulsão do hostel por cometer umas infrações. Conheci uma galera sensacional! Ensinamos um gringo e um brasileiro a jogar truco, ficamos bêbados na praia, eu e Juliana demos um mergulho noturno no mar, jogamos várias partidas de uno, descobri que meu gaydar perde pro da Lia, e por falar em Lia, foi ela quem fez tudo acontecer e eu não poderia desejar melhor companhia, mesmo que ela não estivesse nos mais maravilhosos dos seus dias (rs). Na volta para Curitiba um amigo se juntou a nós e ainda ganhamos alguns milhões jogando show do milhão.
Tudo certo, tudo errado, tudo certo de novo.
Driblar os obstáculos depende da gente. Com certeza eu poderia ter feito algumas coisas diferentes para amenizar os prejuízos e frustrações, mas isso é uma questão para se aplicar em uma próxima viagem.
Nova meta cumprida: conheci Floripa!
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Começo das Eras - Parte I
Antes do Éden havia um
homem chamado Jeová e um dia Jeová resolveu caminhar pelo mundo. Por onde
passava, ele realizava as mais diversas formas de milagres: dava visão aos
cegos, audição aos surdos e fazia mudos falarem; pessoas que haviam perdido
membros do corpo os tinha restaurados e mortos voltavam a viver.
O coração de todos se
enchia de grande admiração quando ouviam falar dos milagres que ele realizava
ou sobre como ele criara o mundo e tudo que nele há em apenas cinco dias. Foi
nessa época que seus primeiros seguidores surgiram e ele começou a ser chamado
de criador.
Naqueles tempos, devido
às relações sexuais entre consanguíneos havia muitas pessoas deficientes. Não
existiam cidades, mas haviam grupos de pessoas que por benefício mútuo
juntavam-se em pequenas comunidades, a maioria delas eram ao sul das terras
habitadas. As maiores vilas sulistas chegavam a ter quase cinquenta pessoas
convivendo juntas. .
De passagem por uma
dessas grandes vilas, após curar os enfermos e deficiantes e ressucitar dois
mortos, o criador ouviu uma história sobre uma mulher da idade de quatorze anos
que meses atrás fugira do homem para o qual seu pai havia a entregue e morrera
pulando de um penhasco nas proximidades. O criador ficou curioso. Era a primeira
vez que ele ouvia falar de alguém que houvesse tirado sua própria vida.
O criador foi até o
penhasco e antes do pôr do sol avistou o corpo da mulher já em estado avançado
de deterioração. Era uma grande altura e não havia como descer até lá, seria
preciso dar a volta por um caminho montanhoso. O criador se virou para seus
seguidores e pediu para que fossem e
trouxessem o corpo dela até ele.
Um dos seguidores
perguntou porquê o criador simplesmente não levantava a terra onde estava o
corpo da mulher até que eles pudessem alcançá-la. O criador disse que estava
cansado e precisava repousar. Um dos mais novos seguidores, que era do vilarejo
ali próximo, disse que era um caminho perigoso e que levaria dias, se eles não
morressem caindo das montanhas acabariam morrendo de fome ou sede no caminho. O
criador disse que se eles morressem encontrariam novamente a vida, se sentissem fome encontrariam o que comer,
se sentissem sede encontrariam o que beber. Ele satisfaria suas vontades, mas
eles precisavam confiar nele.
Todos seguidores partiram
para as montanhas.
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Quem sou eu
Tempo Nublado
Mais nublada que o céu pode estar a minha mente e talvez eu não enxergue quase nada Cheio de nuvens eu me perco internamente e fica em che...




